domingo, 2 de junho de 2013

Educação Digital

Educação Digital: Crianças da Etiópia aprendem a manejar tablets

tablet crianças aprendendoPara quem vive nas grandes cidades, a impressão é a de que as crianças já nascem sabendo como mexer em computadores e celulares. Mas será que em lugares pobres e isolados acontece o mesmo? Foi pensando nisso que o cientista Nicholas Negroponte, cofundador e professor do Laboratório de Mídia do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), criou um projeto de distribuição de tablets para crianças de comunidades remotas na Etiópia. Os aparelhos foram abastecidos com aplicativos que ensinam crianças a ler e escrever. O cientista partiu do princípio de que é possível aprender de maneira autodidata.   

Nicholas Negroponte baseou-se em experiência adquirida no projeto que o tornou famoso. Em meados dos anos 2000, ele criou a organização sem fins lucrativos OLPC (Um 
Laptop
 por Criança, na sigla em inglês), que vende computadores de baixo custo (até US$ 200) para governos de vários países. O bom desempenho das crianças estimulou o cientista a desenvolver o projeto na Etiópia. Desde fevereiro, distribuiu 40 tablets em dois vilarejos do país, ambos localizados a cerca de 100 quilômetros da capital, Adis Abeba. Um aparelho para cada criança. São meninos e meninas analfabetos, entre 4 e 11 anos, que nunca frequentaram uma escola ou tinham tido contato com qualquer equipamento eletrônico. A única instrução fornecida foi sobre como reabastecer os dispositivos. Um adulto de cada comunidade aprendeu a carregar os tablets em uma estação movida a energia solar.

Cada aparelho foi equipado com cerca de 300 aplicativos de jogos, filmes, desenhos e atividades básicas de alfabetização. Em poucas semanas, as crianças já mexiam com desenvoltura nos aplicativos. Após sete meses de experimento, algumas conseguem esboçar suas primeiras letras e palavras. Para Matt Keller, vice-presidente de apoio global da OLPC, o caso que mais o impressionou foi o de um garoto de 4 anos. “A princípio pensei que ele tinha algum problema de desenvolvimento. Ele não olhava nos nossos olhos e se escondia atrás da mãe. Mas ele foi o primeiro em um dos vilarejos a descobrir como ligar o tablet, em apenas quatro minutos de tentativas, e depois passou a ensinar as outras crianças”, conta. Quando o menino conseguiu ligar o aparelho pela primeira vez, exclamou: “Eu sou um leão!” “Sempre que eu ia visitar o vilarejo, eu o chamava de leão. Um dia cheguei lá, ele me puxou pelo braço e me mostrou que havia escrito a palavra ‘lion’ no tablet. Ele aprendeu isso com os programas”, diz.

Outro exemplo de resultados: os cientistas da OLPC desabilitaram as câmeras dos tablets, para poupar bateria. Mas as crianças fuçaram tanto que conseguiram desbloquear essa função e saíram tirando fotografias pelo vilarejo.

Desde a época em que a OLPC foi criada, em 2005, há quem critique a distribuição de equipamentos tecnológicos sem que isso seja acompanhado de um treinamento que ensine a usá-los. “Eu acho que projetos como esse alcançam resultados limitados”, diz o engenheiro elétrico Lee Felsenstein, pioneiro no desenvolvimento dos primeiros computadores pessoais e fundador do Fonly, instituto de consultoria e desenvolvimento de projetos de tecnologia, como um programa recente que montou um sistema de informática em uma região rural do Laos.   

“Mesmo que as crianças aprendam a ler, a questão é o que elas estão lendo, os motivos e o significado dessas leituras. Os tablets podem ensinar palavras, mas, sem orientação, que é a função dos bons professores, esse é um tipo de aprendizado pobre”, afirma Felsenstein. “Acho que essa é uma visão que não entende a natureza intrínseca das crianças”, discorda Matt Keller. Independentemente de quem esteja certo, não dá para negar que estimular a curiosidade e o gosto pela leitura e escrita é sempre positivo, na selva ou na cidade. (A reportagem é da jornalista Juliana Tirabosch, Foto: revista Isto é.)  

Mundo digital

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Programa de Inclusão Digital

A inclusão digital é um dos caminhos para atingir a inclusão social. Por meio dela, as camadas mais carentes da população podem se beneficiar com novas ferramentas para obter e disseminar conhecimento, além de ter acesso ao lazer, à cultura e melhores oportunidades no mercado de trabalho.


Assim, os programas de inclusão digital são ações que ajudam a democratizar o acesso às novas tecnologias, levando computadores, conexão de internet e cursos de formação às populações mais necessitadas.
O programa Computador para Todos, por exemplo, oferece máquinas com configuração estipulada pelo governo a preços reduzidos, já que possuem incentivo fiscal. Além disso, é possível utilizar linhas de crédito especiais para a compra, com parcelas de até R$ 50,00 por mês. Outro programa é o Telecentro, com mais de 5 mil unidades em áreas carentes e que dão acesso gratuito e rápido à internet, além de usar máquinas com software livre.
Já o programa Banda Larga nas Escolas leva a internet com conexão rápida a estudantes do Ensino Básico na rede pública. O programa tem duração prevista até 2025. Estima-se que aproximadamente 37 milhões de estudantes sejam beneficiados até a implantação completa do programa.

Fonte: Inclusão Digital

segunda-feira, 22 de abril de 2013

Matéria interessante, que envolve a força de vontade e a curiosidade!



http://www.istoe.com.br/reportagens/250568_NATIVOS+DIGITAIS

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Entre todos os meios de comunicação existentes a internet é a principal, pois possibilita acesso sem restrições e favorece a dispersão de notícias em curto espaço de tempo. Essa facilidade de informação coloca em risco certos grupos políticos. 

A internet é capaz de oferecer condições para praticamente todas as pessoas, de acordo com os seus interesses, desenvolver sites nos quais possa divulgar o que achar necessário sem haver a necessidade de adquirir uma concessão por parte do governo. 

Diante desse contexto fica claro que esse instrumento está aberto pra todos, podendo falar o que pensa e disponibilizar serviços, no entanto, é preciso tomar cuidados para administrá-las. 

A expansão do uso da internet atingiu também a educação, tanto escolas como universidades buscam esse mecanismo para se tornar públicas, diante disso criam páginas na rede com perfil mecânico e semelhante, a maioria demonstra a linha de ensino e o funcionamento da instituição. Em alguns casos existem aquelas que expõem projetos diferenciados e atrativos. 

O sistema de ensino em caráter presencial tende a sofrer alterações proporcionadas pela rede de computadores, nesse caso não existem barreiras físicas com muro e grades, pois a internet é aberta a todos, desse modo ocorre um grande fluxo de comunicação em nível regional ou mundial, além das trocas de informações, dados, pesquisas, experiências entre outras. 

Aula virtual é a grande tendência dos próximos anos, nessa modalidade o aluno pode ter aulas no momento favorável ao seu horário ou em tempo real que possibilita o confronto entre professor e aluno. 

A facilidade desse tipo de método de ensino é de oferecer condições ao aluno frequentar o curso desejado, mesmo a alguns quilômetros de distância da instituição de ensino.

segunda-feira, 4 de março de 2013

Matéria que foi exibida ontem pelo programa "Fantástico" na Globo!
Muito Interessante!


http://g1.globo.com/fantastico/noticia/2013/03/escolas-publicas-apostam-na-tecnologia-dentro-das-salas-de-aula.html

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Hoje em dia a tecnologia está cada vez mais presente no cotidiano das crianças. Desde muito novas, elas já aprendem como manusear computadores, celulares, TV's etc.
Os benefícios e malefícios da Internet: 

Benefícios: promove a comunicação instantânea e barata com pessoas de diversas partes do mundo; disponibiliza inúmeras informações e dicas, inclusive em tempo real; auxilia em pesquisas; traz praticidade à vida, inclusive no que diz respeito à aquisição de mercadorias; evita o gasto de papel através de diversos meios, sendo o principal os chamados correios eletrônicos (e-mails); difunde promoções e publicidade de forma eficiente e abrangente.
Malefícios: possibilita a difusão de crimes e a ocultação dos criminosos da informática; pode viciar as pessoas, retirando a disposição delas para outras atividades; pode se tornar uma fonte de gastos muito grande se não souber usá-la de forma adequada; difunde a pornografia, o racismo e alguns crimes, expondo jovens e crianças; promove o "empobrecimento" do vocabulário e da escrita dos jovens.